quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Slides do N96, sucessor do N95 (maior rival atual do iPhone)


Celular da Nokia que chega ao Brasil essa semana tem câmera de 5 megapixels, GPS, slide duplo e sucede o N95. Não tem tela sensível ao toque nem capta o sinal de TV digital transmitido no Brasil

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

MP3 player à prova d'água chega ao Brasil-Mais a configuração é ultrapassada


Para quem não vive sem música, um acessório bastante útil é o MP3 player Dolphin, que funciona até debaixo d'água. Novidade no mercado brasileiro, o aparelho é indicado pelo fabricante até para nadadores e praticantes de esportes aquáticos.

O player à prova d'água tem 1 GB de memória e reproduz arquivos em MP3 ou WMA. Os fones de ouvidos são revestidos com uma película de silicone para que se encaixem confortavelmente nas orelhas. 

Fabricado pela empresa Smart Plus, o aparelho vem com quatro pares de protetores auriculares, cabo USB e uma braçadeira que deixa as mãos do usuário livres.

O MP3 player tem preço sugerido de R$ 279. Mais informações podem ser obtidas no site www.ftg.com.br.Acabaram de pecar pois 1 Giga é uma configuração modesta,mesmo para os padrões passados, gostaria de vê-los com uma configuração de no mínimo 8 gigas.


A guerra dos celulares


Nokia contra-ataca o iPhone com o "Tube"

Resposta da empresa ao smartphone da Apple pode ser anunciada oficialmente daqui a uma semana. Aparelho teria câmera de 3.2 MP, GPS, memória expansível a até 16 Gb e tela sensível ao toque

Não é segredo que a Nokia, assim como todas as outras fabricantes de telefones celulares, prepara um "concorrente" à altura do iPhone, da Apple. O aparelho até já "deu as caras", embora rapidamente, em duas ocasiões: com certo destaque em um vídeo divulgado pela Nokia em agosto do ano passado, e mais recentemente no filme "Batman - O Cavaleiro das Trevas", onde o personagem Lucius Fox, interpretado pelo ator Morgan Freeman, aparece usando um aparelho da Nokia que, no mínimo, é fortemente inspirado no mesmo conceito.

O que não se sabia, até agora, era quando o aparelho seria lançado, e quais recursos teria. Mas o site tcheco Mobil.cz, especializado em telefonia celular, diz ter a resposta: segundo artigo publicado recentemente, a Nokia irá lançar o "Tube", ou mais oficialmente Nokia 5800 Xpress Music, no próximo dia 2 de Outubro, em um evento em Londres. O aparelho chegaria às lojas apenas no início de 2009 e seria o primeiro telefone baseado na plataforma S60 (que atualmente forma a base para os aparelhos "top" da Nokia) equipado com uma tela de toque.

De acordo com os rumores, o aparelho seria um celular GSM 3G Quad-Banda, medindo 11,1 x 5,2 x 1,55 cm, pesando 109 gramas. A tela, sensível ao toque (mas sem multi-toque) e operada com uma caneta, como nos PDAs e smartphones mais tradicionais, seria menor que a do iPhone: 3.2 polegadas, contra 3.5 polegadas no aparelho da Apple, mas com resolução muito mais alta, de 360 x 640 pixels.

O "Tube" também teria uma câmera de 3.2 MP com dual-flash, capacidade de gravar filmes com resolução VGA a 30 quadros por segundo, A-GPS, Wi-Fi, conector para fones de ouvido, saída para TV e Bluetooth estéreo. A memória interna seria de 150 MB, expansível com cartões MicroSD de até 16 GB. Um cartão de 8 GB estaria incluso na embalagem.

Um dos principais fatores do sucesso do iPhone não é o hardware, que pode pode ser considerado "fraco" em comparação a outros modelos no mercado, mas sim o software, intuitivo e com vários recursos inovadores. A Nokia parece saber disso, e pretende contra-atacar com uma versão do Symbian OS customizada para a tela de toque. A plataforma já tem boa integração com a internet: seu navegador, por exemplo, é baseado no Webkit, mesma fundação sobre a qual a Apple constrói suas versões do navegador Safari para Macs, PCs e iPhone/iPod Touch.

A Nokia é, atualmente, a maior fabricante de telefones celulares em todo o mundo. A Apple, novata nesta área, vem tendo sucesso com seu iPhone, atualmente na segunda geração (com o modelo iPhone 3G) e comercializado em 45 países.


Samsung quer 15% do mercado indiano de celulares


A divisão de celulares da Samsung Electronics planeja elevar sua participação no mercado indiano de celulares a 15% até a metade de 2009, ante cerca de 9% agora, anunciou o diretor de operações da empresa na Índia nesta quarta-feira. 

A empresa planeja lançar nove novos modelos na Índia até o final deste ano para ampliar sua linha de 40 aparelhos, disse Sunil Dutt, acrescentando que o crescimento de vendas em mercados urbanos maduros estava se atenuando. "Nos mercados rurais, entretanto, onde a telefonia móvel está apenas começando, ainda existe crescimento", ele disse. "A Índia é um dos mercados cruciais para a Samsung, em termos mundiais", acrescentou. 

A Índia, com quase 300 milhões de usuários de celulares, é o segundo maior mercado mundial de telefonia móvel, depois da China, e tem o potencial de crescer muito mais, já que pouco mais de um quarto da sua população hoje conta com um celular. 

As operadoras de telefonia móvel do país estão adicionando entre oito milhões e nove milhões de clientes novos a cada mês, e o grupo de pesquisa Gartner calcula que o país disporá de 737 milhões de assinaturas em 2012. 

Os preços dos aparelhos da Samsung na Índia variam de 1,5 mil rúpias (US$ 32) a 46 mil rúpias, e os principais concorrentes são a Nokia, Motorola e LG Electronics. No momento, os celulares com preço inferior a três mil rúpias respondem por 68% das vendas na Índia.

Dutt diz que a demanda por celulares mais sofisticados, com câmeras, música e acesso à Internet, está crescendo devido aos novos hábitos de consumos da vasta classe média indiana. 

A Gartner estimou no começo do ano que apenas 30% dos aparelhos móveis vendidos no mundo em 2008 seriam para consumidores em mercados maduros, e que o crescimento viria principalmente dos mercados emergentes, nos quais muitos consumidores estariam adquirindo seu primeiro celular. 

No mês passado, a Nokia, maior fabricante mundial de celulares, antecipou perda de mercado no terceiro trimestre, porque o mercado de aparelhos móveis em 2008 deve ser prejudicado pela queda da confiança dos consumidores em muitos mercados.

Reuters

Em momentos de crise surgem as boas idéias, diz guru da publicidade


“Agora, quando todos estão parados e com medo, é que você pode construir coisas que valham a pena”, disse Seth Godin na palestra “Fuja do sundae de almôndegas: como ter sucesso num mundo dominado pelo Google”, que aconteceu nesta quarta-feira no Digital Age 2.0, em São Paulo.

A resposta veio durante a sessão de perguntas sobre como se destacar durante uma crise financeira como a que está acontecendo.

Godin, um marqueteiro quase performático (exemplificou como uma empresa de meias pode fazer sucesso exibindo um pé de cada cor), argumenta que, para se destacar na web, é mais importante ter um produto que faça as pessoas comentarem umas com as outras do que fazer grandes investimentos publicitários.

Ele diz que também é importante manter uma comunicação direta com os clientes e facilitar que eles se comuniquem.

“Com a chegada da TV, a vida se resumia a três grandes tribos: trabalho, igreja e comunidade [ou bairro]. As outras tribos estavam sumindo. Como as pessoas estão parando de ver TV, essas tribos estão ressurgindo (...) e carecem de lideranças, de gente e empresas que façam algo acontecer”, diz Godin.

Isso significa que, atualmente, grupos se reúnem em torno de outros interesses comuns, como músicas que gostam, atividades esportivas, hobbies (colecionadores de gibis, pessoas que fazem crochê, pessoas que colecionam selos), e a Internet é uma ferramenta poderosa para unir essas pessoas.

É aí que entram as redes sociais, onde as empresas querem entrar e influenciar quase a qualquer custo. Segundo Godin, esses espaços que não devem ser invadidos pelas empresas como anúncios comuns, mas conquistados — e só conquista aqueles que tiverem uma boa história para contar, porque “os consumidores não compram commodities, compram uma história”.

“As redes sociais são ouro para quem tiver uma boa história, para quem tiver algo para dizer que valha a pena espalhar. As únicas empresas preocupadas [em entrar a qualquer custo nas redes] são as marcas chatas e cheias de dinheiro.”

Godin fundou uma das primeiras empresas de marketing e online e é uma espécie de “Paulo Coelho” dos livros de negócios, com 10 best sellers —entre eles “Tribes” (tribos), “Meatballs sundae” (sundae de almôndegas) e “All marketers are liars” (todos os marqueteiros são mentirosos).

Houve comentários no Twitter de que a apresentação de Godin foi simplesmente um resumo de seus livros e, para seus leitores assíduos, não houve nenhuma novidade.

Para baixar os livros dele, acesse seu blog. Não se preocupe: não é pirataria. ;-)

Para ver a história das meias e outro ponto de vista da palestra de Seth Godin, visite o IDG Now!

Crise mundial não afetará mercado de celulares, diz estudo

Um estudo publicado nesta semana indica que a indústria de telefones celulares deverá crescer nos próximos anos e não ser abalada pela atual crise financeira mundial.

A expectativa é que, em 2013, 80% da população mundial tenha celular, o que significa 5,5 bilhões de pessoas; hoje esse índice é de 50%, segundo dados da Portio Research. 

O setor continuará crescendo mesmo com a queda da receita média por usuário, que passará dos US$ 23,20 de 2005 para US$ 15,80 no final de 2013. A queda da margem de lucro se deve justamente à baixa renda dos novos assinantes.
Até o final deste ano, espera-se que 4 bilhões de pessoas já tenham seu telefone móvel, segundo a (ITU) União Internacional das Telecomunicações.

O motivo dessa prosperidade é o crescimento do setor nos mercados emergentes, principalmente a Índia e a China.

Em um “distante” terceiro lugar na lista de países que influenciarão esse desenvolvimento aparece o Brasil (!), que, até lá, deverá contar com 132 milhões de assinantes a mais. 

Atualmente, o país tem mais de 135 milhões de linhas móveis, segundo a Anatel.

Via CNET

Vem aí o Celular 3G da Google


Patente do Google permitirá que usuário escolha serviço diferente cada vez que se conectar

Maior flexibilidade de escolha no acesso à Internet em dispositivos móveis: esse é o objetivo da nova patente do Google, publicada na última quinta-feira, dia 25 de setembro.

O registro consiste em um sistema que permita que qualquer dispositivo móvel, em vez de se conectar a uma rede contratada, tenha acesso a todas as redes disponíveis em um ponto geográfico e, desta forma, o usuário possa escolher a qual operadora quer se conectar, conforme preço e condições, segundo a New Scientist.

Os usuários poderão escolher a oferta manualmente, e não há restrições em relação às tecnologias a que ele poderá ser conectado, a não ser as limitações do aparelho.

A patente não específica a tecnologia, ou seja, ela pode ser aplicada à 3G, Wi-Fi, WiMax, ou qualquer outro tipo de conexão à Internet.

Esse sistema aliado à tendência de os celulares serem vendidos desbloqueados e ao aumento do número de locais em que se disponibiliza Internet gratuita deverá iniciar uma verdadeira revolução no modelo de telefonia e Internet móvel atual. É mais um primeiro indicador de que as operadoras terão de mudar suas ofertas para poderem sobreviver.

O pedido de patente foi realizado em março de 2007 e publicado dois dias após o lançamento do primeiro telefone com software do Google.
Segundo a Google o novo sistema irá abalar a concorrência, veremos.